quarta-feira, 22 de julho de 2009

Firebug << Ska nacional de primeira

Fãs do gênero Ska aqui no Brasil sabem como difícil encontrar bandas nacionais realmente boas. Não que não haja já, após décadas de "invasão" da música jamaica, um bom acervo de artistas dedicados ao estilo, aproveitando sua vasta contribuição nas melodias e ritmos.

Acontece que esta "invasão" se deu justamente com a onda não, o maremoto do Reggae nos meados dos anos '70, que vindo da favela da ilha, tomaram o mundo. Jimmy Cliff, Desmond Dekker ainda remanescentes dos rudeboys, Bob Marley e os Rastas, a música jamaicana estorou no mundo já em sua evolução mais bem acabada que aquela música de salão, improvisada muitas vezes, com produção e acabamento raros, os primeiros experimentos de música que já não eram mais caipira/rural/folclórico pra turista ver. Vindo dos Jazz e Rhythim Blues, o Ska surgiram nos salões de dança como novidade autêntica e o resto é história.

Concluindo esta introdução, o estilo evoluiria pra o rocksteady e o reagge, e ainda o dancehall e o ragga, etc.. nessa fumaceira densa atual, onde já se mescla com o gangsta ou Miami-funk. E é justamente destes estilos mais recentes que vemos os derivados nacionais.. poucas bandas vão além do classudo Reggae ou do ska two-tone dos anos 80, e qual não é a surpresa ao encontrarmos uma banda brasileira que retoma todos elementos originais e ainda de uma maneira particular.

Formado em 2003, o Firebug é basicamente o trio Rodrigo Cerqueira, Felipe Machado e o paulista nova-iorquino Victor Rice, com um largo histórico de contribuições no gênero (já trabalhou com New York Ska-Jazz Essemble, Desmond Dekker, e ninguém menos que Laurel Aitken e Skatalites). A partir dos primeiros ensaios reforçam o time o guitarra Olivier Dherte, o baixista Bruno "Magrão" e nos teclados Léo Cunha, pra gravarem seu primeiro disco Firebug pela Radiola Records, um disco com canções tanto em inglês quanto em português. Como falei, o disco tem a qualidade de "ir às fontes" da Era de Ouro da música jamaicana, sendo inclusive elogiado por figuras como Mano Chao, que aqui abaixo podemos assistir participando nos palcos.


O segundo disco conta com participações do B-Negão e um naipe de figurões importados (pra constar: Guitarra de Agent Jay, dos Slackers, Sax Tenor David Hillyard, ex-Hepcat e veterano de gravações com o Rancid, também dos Slackers. E trombone Buford O’Sullivan, líder dos Scofflaws)

Pedrada!














Na imagem (link alternativo)














(Link alternative)


Laaaaate na américa

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Mulatu e os Héliocentricos

O consagrado músico etíope Mulatu Astatke retornou aos estúdios ano passado, para uma parceria bem bolada com os ingleses do Heliocentrics. A doidera groove sideral dos britânicos, somado às consagradas melodias do "ethio-jazz" de Mulatu deram um resultado fabuloso, um disco gravado para o terceiro volume da série Inspiration Information, da Strut.

Abaixo um vídeo ao vivo do conjunto, mandando uma música das antigas do etíope, que ficou mundialmente conhecida (leia-se ficou conhecida no eixo 1°Mundo) pela inserção na trilha sonora do filme Broken Flowers, de Jim Jarmusch




E aqui, a pedrada


Clicando na imagem

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Samba no ringue

Essa é porrada.

Após uma bem sucedida carreira como peso pesado, onde Adilson José Rodrigues chegou a ser nocauteado pelo nada menos lendário George Foreman e por Evander Holyfield (aquele da orelha), além de ter conquistado diversos títulos expressivos, Maguila agora anuncia seu novo ringue: cantor de samba.

Sim, o campeão Maguila, inspirado na carreira de seu falecido amigo Bezerra da Silva, agora vai mandar um breque.

Quem quiser dar uma conferida no resultado, a música de trabalho ( o disco está prometido pra agosto) pode ser baixada aqui
Toda a renda do disco será revertida para sua ONG, Amanhã Melhor, que fica em São Paulo.


abaixo a letra

"Vida de Campeão":


"Dei um soco na preguiça,
Pra moleza não baixei a guarda.
Não calquei a tristeza,
Encarei a minha estrada.

Derrubei todas as barreiras,
O pessimismo mandei pra lona.
Nunca fui à faculdade,
Mas de guerreiro, tenho diploma

Refrão:

Sou lutador, sou de fé, sou brasileiro.
Sou lutador, sou da paz, eu sou guerreiro.
Sou lutador, sou amor, sou coração.
Sou lutador, vencedor (brasileiro) e campeão.

Cada luta que travei me ensinou a ser fiel
A não reclamar de nada, aceitar o que vem do céu
Fui com força e proteção pra vencer mais um duelo
O meu sangue é de raça pois sou verde e amarelo."

segunda-feira, 29 de junho de 2009

SEU NOME É JASON - 30 ANOS DEPOIS

Jason Voorhees foi esculpido o seu lugar na cultura pop americana e é um dos mais reconhecíveis cinematográfica assassino em horror história. Agora, quase, 30 anos mais tarde, ver como tudo aconteceu! Com mais de 100 entrevistas com elenco e da tripulação, nos bastidores da filmagem e dezenas de filmes abrangendo toda a sexta-feira, a 13 ª série que levou à 2/13/09 remake, não há melhor maneira de chegar até próximo e pessoal com um dos a mais temida ícones da nossa geração. Desligue as luzes, fecha-se a cabine e prepare-se para aprender tudo sobre um rapaz … O nome dele era Jason.

Tamanho: 700 Mb
Resolução: 640 x 256
Frame Rate: 23 FPS
Formato: DVDRip
Qualidade de Áudio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Vídeo Codec: XViD
Áudio Codec: Mp3
Idioma: Inglês